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PR1 Vereda do Areeiro

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levada pr1 Dificulty Level:Medium Distance:7 Km
levada rating
Start: Pico Areeiro Finish: Pico Ruivo
Time(going): 3:30 hrs Time(back): 3 hrs
Highest point: 1861 m Lowest point: 1542 m
levada pdf Leaflet (Detailed Info PR1-Areeiro Footpath)

 

levada bus Nº: 56/103/138 | Schedule | nearby walk: 30m by car after

Este trilho tem a particularidade de ligar os dois picos mais altos da ilha da Madeira, o (Pico Ruivo 1861m) e o Pico do Areeiro (1817 m), percorrendo parte da área do Maciço Montanhoso Central, área integrante da Rede Natura 2000. É um percurso de 7 Km ( com uma duração de 3h 30) com inicio no Miradouro do Pico do Areeiro e fim no Pico Ruivo.

Este percurso tem inicio junto à Pousada do Pico do Areeiro, a escassos metros existe o miradouro do Ninho da Manta, local onde supostamente a ave de rapina com o nome comum de Manta (Buteo buteo), nidificava. Daqui é possível observar o vale da Fajã da Nogueira onde nidificam os Patagarros (Puffinus puffinus), São Roque do Faial e grande parte da Cordilheira Montanhosa Central.

Neste local ocorre a nidificação da espécie endémica Freira da Madeira (Pterodroma madeira), considerada a ave marinha mais ameaçada da Europa.

Para atingir o Pico Ruivo, é contornar o Pico das Torres por uma subida íngreme através de uma escadaria escavada na rocha e posteriormente uma descida. A parte mais difícil deste trilho é a subida final até à Casa de Abrigo do Pico Ruivo.

Ao longo do percurso, são encontradas várias grutas escavadas nos tufos vulcânicos onde o gado se refugiava e que serviam de abrigo aos pastores. São também observadas diversas espécies de aves, das quais se destacam as espécies e subespécies restritas à Macaronésia: o Canário (Serinus canaria), o Corre-caminhos (Anthus berthelotti madeirensis), a Andorinha-da-serra (Apus unicolor) e outras subespécies restritas ao Arquipélago da Madeira, Pardal-da-terra (Petronia petronia madeirensis), Tentilhão (Fringilla coelebs madeirensis) e o Bisbis (Regulus ignicapillus madeirensis).

Nesta área predomina o urzal de altitude uma das florestas da Madeira e a vegetação de altitude, caracterizando-se pela presença de vários endemismos da Madeira, destacando-se a Urze da Madeira (Erica madeirensis), Violeta da Madeira (Viola paradoxa), Orquídea das rochas (Orchis scopolorum) e a Antilídea (Anthyllis lemanniana).

Chegando à Casa de Abrigo do Pico Ruivo fim deste percurso, encontra-se a vereda com acesso à Achada do Teixeira, dando assim continuidade à caminhada. Neste local existe uma formação rochosa basáltica designada popularmente por “Homem em pé”.

ATTENTION: O tempo está sujeito a mudanças frequentes, leve roupas quentes; túneis a caminho, leve uma tocha; levar água potável.

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PR1.1 vereda da ilha

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levada pr1,1 Dificulty Level:Medium Distance:8,2 Km
levada rating
Start: Pico Ruivo Finish: Pico Ilha
Time(going): 3 hrs Time(back): 3 hrs
Highest point: 1764 m Lowest point: 485 m
levada pdf Leaflet (Detailed Info PR1.1-Ilha Footpath)
levada bus Nº: Unavailable nearby walk: Only by car

Este trilho inicia-se na casa de abrigo do Pico Ruivo caracteriza-se por um desnível de 1376 m devendo ser realizado com calma e apreciando a paisagem. Tem uma extensão de 8,2 Km e a duração de 3h, tem início na Casa de Abrigo do Pico Ruivo e fim na freguesia da Ilha.

Depois de subir ao Pico mais alto da ilha seguindo a vereda do Pico Ruivo, desce até à freguesia da ilha. No sítio do Vale da Lapa passará por cima do túnel do Vale da Lapa onde encontra a Levada do Caldeirão Verde que se inicia e retorna ao parque Florestal das Queimadas.

O trilho atravessa dois tipos de ecossistemas que integram a rede europeia de sítios de importância comunitária – Rede Natura 2000: o maciço montanhoso central e a floresta Laurissilva. O primeiro, desde os picos mais altos até aos 1200m de altitude, caracteriza-se pela vegetação herbácea e arbustiva bem adaptadas às grandes variações de temperatura, fortes chuvadas e ventos intensos. Aqui poderemos encontrar exemplares vegetais centenários de Urze das vassouras (Erica platycodon subsp. maderincola), antigamente muito explorados para a produção de carvão vegetal.

À medida que se desce em altitude encontramos uma das florestas indígenas da Madeira – Floresta Laurissilva, localizada na zona de nevoeiros, entre os 1200 e os 400m de altitude. Esta floresta adquire especial importância porque a água dos nevoeiros condensa-se nas folhas das plantas e quando chega ao solo, recarrega as nascentes e as ribeiras.

É ainda provável que aviste o Bisbis (Regulus ignicapus madeirensis), mais pequeno dos pássaros que povoa a Madeira e também o curioso Tentilhão (Fringilla coelebs) que facilmente se aproxima dos caminhantes. Com alguma atenção, poderá avistar o Pombo trocaz (Columba trocaz trocaz), a atravessar os vales mais profundos, onde predomina a floresta Laurissilva.

Sem dificuldades chega ao sítio da Ilha, que ascendeu a freguesia em 1989, pertencendo ao Concelho de Santana. Abrange uma área de 1500 hectares, limitados pelas freguesias de S. Jorge, de Santana e pela divisão dos concelhos de Câmara de Lobos e Santana, estabelecida no cume do Pico Ruivo.

Com uma economia baseada na agricultura, a sua dinâmica social é caracterizada por grandes fluxos de emigração, que ainda actualmente se faz sentir. As terras da freguesia da Ilha outrora foram terras de sesmaria na Encosta Norte, distribuídas aos colonos. O nome de Ilha deve-se a Jorge Pinto que estabeleceu um morgadio em 1556, abrangendo uma pequena área em Santana e outra área maior em S. Jorge, ficando conhecidas por “morgadio da Ilha”.

Seguindo pela estrada é encontrado um pequeno aglomerado populacional, de nome Achada do Marques, caracterizado pelos tradicionais “poios” (campos agrícolas em socalcos) e antigos palheiros.

ATENÇÃO:O tempo está sujeito a mudanças frequentes, leve roupas quentes.

 

 

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PR1.2 Vereda do Pico Ruivo

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levada pr1,2 Dificulty Level:Medium Distance:5,6 Km
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Start: Achada da Teixeira Finish: Pico Ruivo
Time(going): 1:30 hrs Time(back): 1:30 hrs
Highest point: 1861 m Lowest point: 1535 m
Leaflet (Detailed Info PR1.2-Pico Ruivo Footpath)
Nº: 56/103/138 | Schedule | nearby walk: 30m by car after

Este trilho sobe até ao pico mais alto da ilha da Madeira, o Pico Ruivo (1861m). Com início e fim na Achada do Teixeira tem uma extensão de 2,8 Km (+ 2,8 Km de regresso) com uma duração de 1h 30 (ida e regresso).  Junto à casa de abrigo do Pico Ruivo terá acesso a outros 3 trilhos que levam a diferentes pontos da ilha: Vereda do Pico Areeiro, Vereda da Encumeada e Vereda da Ilha. Na Achada do Teixeira pode ainda visitar o “ Homem em pé”, formação rochosa basáltica que se encontra depois de passar pela frente da casa de abrigo da Achada do Teixeira.

Ao longo da subida são encontrados vários abrigos, pois aqui a variação climática é brusca, sendo frequente a área, ficar mergulhada num mar de nuvens ou acima delas.

Esta área integra a rede europeia de sítios de importância comunitária-Rede Natura 2000- com o nome de maciço montanhoso central, abrangendo os picos mais altos e as cotas de 1200 m de altitude. Caracteriza-se pela vegetação herbácea e arbustiva bem adaptadas às grandes variações de temperatura, fortes chuvadas e ventos intensos onde predominam as urzes (Urze das vassouras -Erica platycodon subsp. maderincola e Urze Molar -Erica arborea), antigamente muito exploradas para a produção de carvão vegetal.

O trilho sobe ao longo do “lombo”, que separa as encostas do Faial das de Santana, pelo que proporciona do lado esquerdo magníficas paisagens sobre o vale da Ribeira Seca, encimada pelo Pico das Torres, e ao fundo o Pico do Areeiro.

Do lado direito temos as “empenas” da serra de Santana, onde se pode observar ao longe o Parque Florestal das Queimadas e um pouco mais à frente a Achada do Marques (pequeno aglomerado populacional caracterizado pelos seus palheiros e campos agrícolas) que surge no meio do vale da Ribeira dos Arcos. Para o interior existe o vale da Ribeira Grande que se inicia nas “bocas” do Caldeirão Verde e do Caldeirão do Inferno.

Em dias de boa visibilidade para Este pode-se avistar a formação rochosa da Penha D´Águia, a Serra das Funduras e a Ponta de S. Lourenço (extremo Este da Ilha da Madeira).

ATENÇÃO:O tempo está sujeito a mudanças frequentes, leve roupas quentes.

 

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PR1.3 Vereda da Encumeada

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Encumeada Footpath

 

levada pr1,3 Dificulty Level:Medium Distance:11,2 Km
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Start: Pico Ruivo Finish: Encumeada
Time(going): 6 hrs Time(back): 6 hrs
Highest point: 1761 m Lowest point: 1000 m
levada pfd Leaflet (Detailed Info PR1.3-Encumeada Footpath)
levada bus Nº: Unavailable nearby walk: Only by car

 

Este passeio levada começa na Achada do Teixeira e seguindo pela PR 1.2 – Trilha do Pico Ruivo que leva ao Abrigo do Pico Ruivo, encontrará placas indicando as seguintes rotas: PR 1- Trilha do Pico do Areeiro, levando ao 2º pico mais alto da Madeira (1817m) ; e PR 1.1- Trilha da Ilha, que desce para a freguesia da Ilha. O início da trilha para a Encumeada começa alguns metros acima do Abrigo do Pico Ruivo.

 

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PR5 Vereda das Funduras

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levada funduras Dificulty Level:Medium Distance:8,6 Km
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Start: Portela Finish: Maroços
Time(going): 3 hrs Time(back): 3 hrs
Highest point: 605 m Lowest point: 175 m
levada pdf Leaflet (Detailed Info PR5-Funduras Footpath)
levada bus Nº: 20 Sto Da Serra / 53 Faial | Schedule | nearby walk: Yes

Este trilho tem inicio no miradouro da Portela e fim no sítio dos Maroços, com uma extensão de 8, 7 Km e uma duração de 3h. Deste miradouro o caminhante tem uma vista magnífica sobre as freguesias do Porto da Cruz e do Faial, dominadas pela massa rochosa da Penha d´Águia.

O percurso segue pela estrada florestal da serra das Funduras, só depois entra na vereda pelo interior da floresta Laurissilva, um pouco mais à frente existe a “Casa das Funduras”, que dá apoio às actividades florestais. Aí poderá optar por deslocar-se ao miradouro do Larano onde terá uma bonita vista sobre a baía da cidade de Machico.

Ao longo do percurso podem ser encontradas espécies pertencentes a uma das florestas indígenas da Madeira – Floresta Laurissilva, classificada pela UNESCO como Património Mundial Natural em Dezembro de 1999. Nesta serra encontra-se a melhor área de floresta Laurissilva da vertente Sul da ilha da Madeira, incluída na rede europeia de sítios de importância comunitária-Rede Natura 2000.

Esta floresta natural é muito importante para o equilíbrio ecológico insular, sendo o principal suporte da fauna e flora endémicas. Esta floresta assume grande importância, atendendo ao seu efeito de retenção da água dos nevoeiros (precipitação oculta). O fenómeno é bem visível neste local, onde é frequente a mudança repentina das condições atmosféricas ao longo do dia. As massas de ar vindas de Norte, carregadas de vapor de água, são obrigadas a subir a vertente Norte da serra, formando nevoeiros quando descem a encosta sul. Esta floresta é essencial para a manutenção das nascentes do Concelho de Machico.

Das espécies vegetais destacam-se as da família das Lauráceas: O Loureiro (Laurus novocanariensis), o Til (Ocotea foetens), o Vinhático (Persea indica) e menos frequente o Barbusano (Apollonias barbujana). A estas associam-se outras espécies como o Folhado (Clethra arborea), o Azevinho (Ilex perado ssp. perado), o Pau Branco (Picconia excelsa), o Mocano (Pittosporum coriaceum), o outro Mocano (Visnea mocanera) e o Sanguinho (Rhamnus glandulosa).

No outro lado do vale poderá observar o Santo da Serra, o perfil dos picos mais altos da ilha (Pico Ruivo e Pico do Areeiro) e na linha do horizonte, vislumbra-se as ilhas Desertas.

O trilho termina no núcleo populacional dos Maroços, atravessando os tradicionais poios em socalcos, que caracterizam a paisagem agrícola madeirense.

ATENÇÃO: Leve água potável suficiente.

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PR6 Levada das 25 Fontes e PR6.1 Levada do Risco

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levada pr6 Dificulty Level:Medium Distance:9,2 Km
levada rating
Start: Rabaçal Finish: 25 Fontes
Time(going): 3 hrs Time(back): 3 hrs
Highest point: 1290 m Lowest point: 900 m
levada pdf Leaflet (Detailed Info PR6-25 Fontes)
levada bus Nº: Unavailable nearby walk: Only by car

Os dois trilhos iniciam-se da estrada regional (E.R.110) e descem até à casa de abrigo do Rabaçal. Os trilhos separam-se seguindo duas levadas paralelas localizadas a diferentes cotas. Levadas, é o nome que no Arquipélago da Madeira se dá aos pequenos aquedutos que formam uma vasta rede de irrigação, construída à força de braços pelos nossos antepassados que vencendo a orografia da ilha, reuniram as águas de milhares de nascentes até as levar aos campos de cultivo. As duas levadas recolhem as águas dos afluentes da Ribeira Grande e vão alimentar a central hidroeléctrica da Calheta, seguindo depois para a rega de campos agrícolas.

Em 1835 iniciou-se a construção da levada das 25 Fontes, também conhecida pela levada nova do Rabaçal e no dia 16 de Setembro de 1855 correu água pela primeira vez, passando do Norte para o Sul e possibilitando o aproveitamento agrícola de muitos terrenos que ainda se encontravam incultos no Concelho da Calheta.

A 1000m de altitude, o trilho PR 6.1, acompanha a levada do Risco, levando o caminhante a uma impressionante queda de água, que cai na vertical formando um risco na rocha.

Se descer ao PR 6, poderá visitar a lagoa das 25 Fontes, formada pelas águas que descem do Paul da Serra e que aparecem por detrás da parede que a forma, onde poderá contar mais de 25 fontes. Conta a lenda que quem aqui mergulhasse não mais apareceria à superfície, tendo tal acontecido a um inglês que quis quebrar a superstição e jamais foi encontrado.

Na cota acima dos 1000m a comunidade vegetal predominante é o urzal de altitude, com predominância de espécies vegetais como a Urze molar (Erica arborea), Urze das vassouras (Erica platycodon subsp. maderincola) e Uveira da serra (Vaccinium padifolium).

Numa altitude mais baixa onde se localizam as levadas das 25 fontes e do risco, a composição vegetal modifica-se, encontrando-se espécies que integram a mancha de floresta Laurissilva da Madeira classificada como Património Mundial Natural da UNESCO, desde Dezembro de 1999 e faz parte da rede europeia de sítios de importância comunitária- Rede Natura 2000. Das espécies vegetais destaca-se a existência da espécie vegetal mocano da serra (Pittosporum coriaceum), espécies muito rara. Aqui habita e nidifica o Pombo Trocaz (Columba trocaz trocaz), espécie endémica (exclusiva) da ilha da Madeira.

ATENÇÃO: O PR6 pode causar vertigem. Não ponha peso nas barreiras de proteção.

 

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PR7 Levada do Moinho

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levada pr7 Dificulty Level:Medium Distance:10,3 Km
levada rating
Start: Ribeira da Cruz Finish: Junqueira
Time(going): 3:30 hrs Time(back): 3:30 hrs
Highest point: 900 m Lowest point: 496 m
levada pdf Leaflet (Detailed Info PR7-Moinho)
levada bus Nº: 142 Ponta de Pargo| Schedule | nearby walk: 10m by car after

O trilho inicia-se na estrada regional E.R.101, junto à Ribeira da Cruz, que separa o Concelho do Porto Moniz do Concelho da Calheta. A partir da estrada tem de subir uma vereda até atingir a levada. Caminhando no sentido contrário ao das águas poderá visitar uma das nascentes que abastece esta levada, para seguir para a Junqueira terá de voltar para trás e seguir no sentido das águas. Tenha em atenção que vai encontrar uma grande quantidade de derivações da levada, que levam água a tanques de rega.

A Levada Grande ou do Moinho, é assim conhecida por ao longo do seu trajecto terem existido vários moinhos de água, dos quais encontram-se as ruínas do moinho das Achadas, moinho das Cancelas e moinho da Levada Grande.

Esta levada foi construída a expensas dos seus utilizadores e só eles tinham direito ao seu uso, é portanto uma levada de hereus. A levada regava toda a zona do Pico Alto, abrangendo a Fajã do Nunes, grande parte da Vila, Fajã do barro, Fajã dos Barbusanos e Arrudal, ao longo do percurso não era permitido o uso de outras águas de poços ou nascentes a montante.

É de realçar o calcetamento do fundo de algumas secções da levada, feito no intuito de impermeabilizar as zonas onde a água se perdia. O trilho termina no sítio do Tornadouro, na Junqueira onde a levada se ramifica.

Como curiosidade destacam-se algumas histórias relacionadas com a utilização da água da levada e de nascentes. Conta a tradição popular que no sítio do Pico Alto existe um lugar na levada conhecido por Anel. Nesse local foi construído, um furo que desviava uma pequena quantidade de água para uso de duas senhoras leprosas que ali viviam, para que estas não contaminassem toda a água da levada. Mais tarde e aproveitando esse furo, foi construído o poço do Anel que rega parte dos terrenos do Pico Alto.

Num local da serra da Ponta do Pargo, no concelho da Calheta, nasce uma nascente designada Madre de Água, segundo os populares foi a última a ser aproveitada. Aquando da reconstrução da levada, encontraram-se os hereus da Levada do Moinho e os hereus da Levada da Ponta do Pargo, causando problemas na construção da ligação àquela nascente. Tendo os Portimonizenses levado figos para a merenda, prontamente ofereceram os frutos aos Pargueiros, alertando-os para o facto de que não deveriam comer as sementes que eram venenosas. Assim enquanto os Pargueiros estavam distraídos a separar as sementes dos figos, os Portimonizenses fizeram uma pequena levada que ligou a nascente de Madre de Água à levada do Moinho.

ATENÇÃO: Em algumas áreas o chão é escorregadio, use calçados adequados.

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PR8 Vereda da Ponta de São Lourenço

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Ponta de São Lourenço Footpath

 

levada pr8 Dificulty Level:Medium Distance:8 Km
levada rating
Start: Baia D`Abra Finish: Cais do Sardinha
Time(going): 2:30 hrs Time(back): 2:30 hrs
Highest point: 110 m Lowest point: 5 m
levada pdf Leaflet (Detailed Info PR8-Ponta de São Lourenço)
levada bus Nº: 113 Caniçal | Schedule | nearby walk: Yes

 

Este passeio de levada segue o ponto de S. Lourenço, a península mais oriental da ilha da Madeira, em homenagem à caravela navegada por João Gonçalves de Zarco, um dos três descobridores da ilha da Madeira, que ao chegar perto deste pedaço de terra gritou ao seu navio “São Lourenço, já chega!”

ATENÇÃO: Não fique muito perto do penhasco, pois há muitos lugares onde o solo não é estável; Tome água potável suficiente;

 

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PR9 Levada do Caldeirão Verde

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levada pr9 Dificuldade:Medium Distancia:13 Km
levada rating
Inicio: Queimadas Fim: Caldeirão Verde
Tempo(ida): 5:30 hrs Tempo(volta): 5:30 hrs
ponto mais alto: 980 m ponto mais baixo: 890 m
levada pdf Leaflet (Detailed Info PR9-Caldeirão Verde)
levada bus Nº: 56/103/138 | Schedule | nearby walk: 20m by car after

Este passeio de levada inicia-se no Parque Florestal das Queimadas e serpenteia ao longo da passagem da levada do Caldeirão Verde a 990 m de altitude, no concelho de Santana. A levada do Caldeirão Verde é uma impressionante obra de arte construída no século XVIII que começa no leito principal do ribeiro do Caldeirão Verde. Passando por íngremes falésias e montanhas, transporta a água que escorre das mais altas montanhas da Madeira, para ser utilizada para irrigar as terras agrícolas da freguesia do Faial.

Este trilho percorre a esplanada da levada do Caldeirão Verde numa altitude dos 990m no Concelho de Santana. Este percurso tem início e fim no Parque Florestal das Queimadas, numa extensão de 6,5 Km (+ 6,5Km de regresso), numa duração de 5h 30m (ida e regresso).
No Parque Florestal das Queimadas encontra-se a Casa de Abrigo das Queimadas, que mantém as características originais das Casas Tipícas de Santana, apresentando telhado em colmo.
Neste Parque existem espécies vegetais arbóreas algumas exóticas realçando exemplares de criptoméria elegante (Cryptomeria japonica) e de faia europeia ( Fagus sylvatica); e outras indígenas como o cedro da Madeira (Juniperus cedrus), o til (Ocotea foetens), o pau Branco (Picconia excelsa), urze (Erica platycodon subsp. maderincola), folhado (Clethra arborea), uveira da serra (Vaccinium padifolium).

Ao iniciar o percurso logo é encontrada a esplanada da levada do Caldeirão Verde. Esta levada, é uma impressionante obra de arte construída no século XVIII, tem início no leito principal da Ribeira do Caldeirão Verde e atravessa por abruptas escarpas e montanhas, transportando a água que escorre das mais altas montanhas da ilha da Madeira, para o regadio dos terrenos agrícolas da freguesia do Faial. Esta levada constitui uma importante via no interior do vale profundo da Ribeira de São Jorge oferecendo ao caminhante uma vertiginosa e espectacular visão da orografia do interior da ilha e a possibilidade de passar por túneis escavados na rocha pelo Homem.

Ao longo do percurso são observadas espécies vegetais pertencentes à Floresta Laurissilva do Til e do Vinhático destacando-se o til (Ocotea foetens), o loureiro (Laurus novocanariensis), o folhado (Clethra arborea), o sanguinho (Rhamnus glandulosa), o perado (Ilex perado), leituga (Sonchus fruticosus), o aderno (Heberdenia excelsa), a corriola (Convolvulus massonii), sabugueiro (Sambucus lanceolata), piorno (Teline madeirensis), o isoplexis (Isoplexis sceptrum) e o alegra –campo (Semele androgyna). Para além destas espécies podem ser observadas com grande frequência as urzes das vassouras e molar (Erica platycodon subsp. maderincola e Erica arborea) e a uveira da serra (Vaccinium padifolium).

Neste percurso também podem ser observadas espécies de avifauna indígena destacando-se o tentilhão (Fringilla coelebs), o bisbis (Regulus ignicapillus madeirensis), o Pombo Trocaz (Columba trocaz trocaz), a Lavadeira (Motacilla cinerea schmitzi) e a manta (buteo buteo harteti).

Ainda no início do percurso pode ser avistado um pequeno aglomerado populacional, trata-se da Achada do marques, sítio contemplado com o estatuto de Paisagem Protegida caracterizado pelos tradicionais poios agrícolas e antigos palheiros de pedra.

Depois de passar pelos 4 túneis existentes ao longo do percurso, o Caldeirão Verde surge à esquerda da levada e para lá chegar, basta subir alguns metros pelo leito do ribeiro. Para passar estes túneis, uns mais extensos do que outros, é necessário atenção pois o piso é escorregadio.

O lago do Caldeirão Verde é formado pela água que se projecta verticalmente do leito do Ribeiro do Caldeirão Verde a uma altura de aproximadamente 100m.

Depois de repousar um pouco e apreciar a paisagem natural envolvente e a espectacular cascata, é tempo de regressar percorrer o mesmo trilho até ao Parque Florestal das Queimadas.

ATENÇÃO: Túneis no caminho, levar uma tocha; o caminho pode ser escorregadio, use calçado antiderrapante.

 

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PR10 Levada do Furado

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levada pr10 Dificulty Level:Medium Distance:11 Km
levada rating
Start: Ribeiro Frio Finish: Portela
Time(going): 5 hrs Time(back): 5 hrs
Highest point: 870 m Lowest point: 520 m
levada pdf Leaflet (Detailed Info PR10-Furado)
levada bus Nº: 56/103/138 | Schedule | nearby walk: Yes

Este trilho tem início no Ribeiro Frio, concelho de Santana, ao longo da cota dos 860m de altitude, com uma extensão de 11Km e uma duração de 5h, finalizando na Portela.

O trilho percorre a esplanada da Levada da Serra do Faial até à casa de divisão de águas, descendo até à zona dos Lamaceiros e finalizando no miradouro da Portela no concelho de Machico.

Ao longo do percurso a paisagem é dominada pelo vale do Ribeiro Frio, onde são surpreendentes os campos agrícolas do Faial, São Roque do Faial e Porto da Cruz, a espectacular massa rochosa da Penha d´Águia que protege a oriente a baía do Faial, e a ocidente a Ponta dos Clérigos.

A Levada do Furado, com início no Ribeiro Frio é uma das mais antigas levadas pertencentes ao estado, tendo sido adquirida por contrato celebrado no ano 1822 entre o primeiro Conde Carvalhal e a Junta da Real Fazenda, cujo destino era irrigar os campos agrícolas do Porto da Cruz.

Esta levada tem ligação com as levadas do Juncal e da Serra do Faial, que se juntam logo no seu início e continuam para além do seu terminus no sítio dos Lamaceiros, dizendo-se popularmente que transporta três águas: a que é recolhida no vale do Ribeiro Frio regando os poios do Porto da Cruz e as que vindo das serras de Santana, sendo armazenadas na Lagoa do Santo da Serra para posterior distribuição.

Ao longo da levada podemos contemplar os multivariados tons de verde, proporcionados por uma mancha de floresta natural da ilha, bem conservada -Floresta Laurissilva do Til e do Vinhático,  constituída predominantemente por espécies vegetais arbóreas da família das Lauráceas: o Til (Ocotea foetens), o Loureiro (Laurus novocanariensis), o Vinhático (Persea indica), o Folhado (Clethra arborea). Podem também ser observadas espécies arbustivas tais como: o Isoplexis (Isoplexis sceptrum), o Massaroco (Echium candicans), as Estreleiras (Argyranthemum pinnatifidum), a Orquídea da Serra (Dactylorhiza foliosa).

Das espécies animais que podem ser observadas é possível avistar o Bisbis (Regulus ignicapillus madeirensis), o mais pequeno pássaro que povoa a Madeira, o destemido tentilhão (Fringilla coelebs) e mais raro será observar o Pombo Trocaz (Columba trocaz trocaz) espécie endémica da Madeira.
O percurso pele Levada do Furado termina onde se separam as águas, no sítio dos Lamaceiros e onde se inicia a descida para a Portela. O percurso continua, atravessando a zona florestal dos Lamaceiros, passando pelo Posto Florestal dos Lamaceiros, caminhando pela estrada de terra, até encontrar a Levada da Portela que ladeia pela esquerda o Lombo das Faias, terminando ao encontrar a Estrada Regional ER102.

ATTENTION:Perigo de vertigem; túneis no caminho, leve uma tocha; o caminho pode ser escorregadio, usar calçado antideslizante ..

 

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