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Parque temático da Madeira

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  O Parque Temático da Madeira, localizado na cidade de Santana é único em Portugal,

é o maior e mais importante atrativo em termos turísticos da Ilha da Madeira. Apresenta-se como um fantástico recinto de exposições dedicado à História, à Ciência e à Tradição do Arquipélago da Madeira.

 

O Parque Temático da Madeira é um amplo espaço com 7 hectares de área útil, onde visitantes de todas as idades poderão embarcar numa viagem de descoberta pela Madeira e Porto Santo, conhecer a sua história, familiarizar-se com a cultura e tradições das suas gentes, vibrar com a beleza invulgar das suas paisagens, explorar um imenso Parque-Jardim, sentir a força de uma natureza viva e única.

A criação desta infraestrutura é da responsabilidade da Vice-Presidência do Governo Regional da Madeira, através da Sociedade de Desenvolvimento do Norte S.A.

O Parque Temático retrata a história da Madeira, mas oferece ao mesmo tempo conteúdos de natureza pedagógica-científica, pois através de pavilhões e espaços ao ar livre representa a história etnográfica da Madeira com as características específicas de uma região insular.

O recinto com uma área de 145 mil metros quadrados, incluindo parque de estacionamento para 274 viaturas, foi concebido para cativar turistas e residentes.
Há vários espaços dedicados ás crianças e jovens, incluindo atividades radicais, e ainda restaurante e bar.

 

 

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Casa das Videiras

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Villa Echium

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PR1 Vereda do Areeiro

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Dificulty Level:Medium

Distance:7 Km

Start: Pico Areeiro

Finish: Pico Ruivo

Time(going): 3:30 hrs

Time(back): 3 hrs

Highest point: 1861 m

Lowest point: 1542 m

levada busNº: 56/103/138 |Schedule

nearby walk: 30m by car after

levada pdf Leaflet (Detailed Info PR1-Areeiro Footpath)


Este trilho tem a particularidade de ligar os dois picos mais altos da ilha da Madeira, o (Pico Ruivo 1861m) e o Pico do Areeiro (1817 m), percorrendo parte da área do Maciço Montanhoso Central, área integrante da Rede Natura 2000. É um percurso de 7 Km ( com uma duração de 3h 30) com inicio no Miradouro do Pico do Areeiro e fim no Pico Ruivo.

Este percurso tem inicio junto à Pousada do Pico do Areeiro, a escassos metros existe o miradouro do Ninho da Manta, local onde supostamente a ave de rapina com o nome comum de Manta (Buteo buteo), nidificava. Daqui é possível observar o vale da Fajã da Nogueira onde nidificam os Patagarros (Puffinus puffinus), São Roque do Faial e grande parte da Cordilheira Montanhosa Central.

Neste local ocorre a nidificação da espécie endémica Freira da Madeira (Pterodroma madeira), considerada a ave marinha mais ameaçada da Europa.

Para atingir o Pico Ruivo, é contornar o Pico das Torres por uma subida íngreme através de uma escadaria escavada na rocha e posteriormente uma descida. A parte mais difícil deste trilho é a subida final até à Casa de Abrigo do Pico Ruivo.

Ao longo do percurso, são encontradas várias grutas escavadas nos tufos vulcânicos onde o gado se refugiava e que serviam de abrigo aos pastores. São também observadas diversas espécies de aves, das quais se destacam as espécies e subespécies restritas à Macaronésia: o Canário (Serinus canaria), o Corre-caminhos (Anthus berthelotti madeirensis), a Andorinha-da-serra (Apus unicolor) e outras subespécies restritas ao Arquipélago da Madeira, Pardal-da-terra (Petronia petronia madeirensis), Tentilhão (Fringilla coelebs madeirensis) e o Bisbis (Regulus ignicapillus madeirensis).

Nesta área predomina o urzal de altitude uma das florestas da Madeira e a vegetação de altitude, caracterizando-se pela presença de vários endemismos da Madeira, destacando-se a Urze da Madeira (Erica madeirensis), Violeta da Madeira (Viola paradoxa), Orquídea das rochas (Orchis scopolorum) e a Antilídea (Anthyllis lemanniana).

Chegando à Casa de Abrigo do Pico Ruivo fim deste percurso, encontra-se a vereda com acesso à Achada do Teixeira, dando assim continuidade à caminhada. Neste local existe uma formação rochosa basáltica designada popularmente por “Homem em pé”.

ATTENTION: O tempo está sujeito a mudanças frequentes, leve roupas quentes; túneis a caminho, leve uma tocha; levar água potável.

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PR1.1 vereda da ilha

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Dificulty Level:Medium

Distance:8,2 Km

Start: Pico Ruivo

Finish: Pico Ilha

Time(going): 3 hrs

Time(back): 3 hrs

Highest point: 1764 m

Lowest point: 485 m

levada busNº: Unavailable

nearby walk: Only by car

levada pdf Leaflet (Detailed Info PR1.1-Ilha Footpath)


Depois de subir ao Pico mais alto da ilha seguindo a vereda do Pico Ruivo, desce até à freguesia da ilha. No sítio do Vale da Lapa passará por cima do túnel do Vale da Lapa onde encontra a Levada do Caldeirão Verde que se inicia e retorna ao parque Florestal das Queimadas.

Este trilho inicia-se na casa de abrigo do Pico Ruivo caracteriza-se por um desnível de 1376 m devendo ser realizado com calma e apreciando a paisagem. Tem uma extensão de 8,2 Km e a duração de 3h, tem início na Casa de Abrigo do Pico Ruivo e fim na freguesia da Ilha.

O trilho atravessa dois tipos de ecossistemas que integram a rede europeia de sítios de importância comunitária – Rede Natura 2000: o maciço montanhoso central e a floresta Laurissilva. O primeiro, desde os picos mais altos até aos 1200m de altitude, caracteriza-se pela vegetação herbácea e arbustiva bem adaptadas às grandes variações de temperatura, fortes chuvadas e ventos intensos. Aqui poderemos encontrar exemplares vegetais centenários de Urze das vassouras (Erica platycodon subsp. maderincola), antigamente muito explorados para a produção de carvão vegetal.

À medida que se desce em altitude encontramos uma das florestas indígenas da Madeira – Floresta Laurissilva, localizada na zona de nevoeiros, entre os 1200 e os 400m de altitude. Esta floresta adquire especial importância porque a água dos nevoeiros condensa-se nas folhas das plantas e quando chega ao solo, recarrega as nascentes e as ribeiras.

É ainda provável que aviste o Bisbis (Regulus ignicapus madeirensis), mais pequeno dos pássaros que povoa a Madeira e também o curioso Tentilhão (Fringilla coelebs) que facilmente se aproxima dos caminhantes. Com alguma atenção, poderá avistar o Pombo trocaz (Columba trocaz trocaz), a atravessar os vales mais profundos, onde predomina a floresta Laurissilva.

Sem dificuldades chega ao sítio da Ilha, que ascendeu a freguesia em 1989, pertencendo ao Concelho de Santana. Abrange uma área de 1500 hectares, limitados pelas freguesias de S. Jorge, de Santana e pela divisão dos concelhos de Câmara de Lobos e Santana, estabelecida no cume do Pico Ruivo.

Com uma economia baseada na agricultura, a sua dinâmica social é caracterizada por grandes fluxos de emigração, que ainda actualmente se faz sentir. As terras da freguesia da Ilha outrora foram terras de sesmaria na Encosta Norte, distribuídas aos colonos. O nome de Ilha deve-se a Jorge Pinto que estabeleceu um morgadio em 1556, abrangendo uma pequena área em Santana e outra área maior em S. Jorge, ficando conhecidas por “morgadio da Ilha”.

Seguindo pela estrada é encontrado um pequeno aglomerado populacional, de nome Achada do Marques, caracterizado pelos tradicionais “poios” (campos agrícolas em socalcos) e antigos palheiros.

ATENÇÃO:O tempo está sujeito a mudanças frequentes, leve roupas quentes.

 

 

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PR1.2 Vereda do Pico Ruivo

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levada pr1,2 Dificulty Level:Medium Distance:5,6 Km
levada rating
Start: Achada da Teixeira Finish: Pico Ruivo
Time(going): 1:30 hrs Time(back): 1:30 hrs
Highest point: 1861 m Lowest point: 1535 m
Leaflet (Detailed Info PR1.2-Pico Ruivo Footpath)
Nº: 56/103/138 | Schedule | nearby walk: 30m by car after

Este trilho sobe até ao pico mais alto da ilha da Madeira, o Pico Ruivo (1861m). Com início e fim na Achada do Teixeira tem uma extensão de 2,8 Km (+ 2,8 Km de regresso) com uma duração de 1h 30 (ida e regresso).  Junto à casa de abrigo do Pico Ruivo terá acesso a outros 3 trilhos que levam a diferentes pontos da ilha: Vereda do Pico Areeiro, Vereda da Encumeada e Vereda da Ilha. Na Achada do Teixeira pode ainda visitar o “ Homem em pé”, formação rochosa basáltica que se encontra depois de passar pela frente da casa de abrigo da Achada do Teixeira.

Ao longo da subida são encontrados vários abrigos, pois aqui a variação climática é brusca, sendo frequente a área, ficar mergulhada num mar de nuvens ou acima delas.

Esta área integra a rede europeia de sítios de importância comunitária-Rede Natura 2000- com o nome de maciço montanhoso central, abrangendo os picos mais altos e as cotas de 1200 m de altitude. Caracteriza-se pela vegetação herbácea e arbustiva bem adaptadas às grandes variações de temperatura, fortes chuvadas e ventos intensos onde predominam as urzes (Urze das vassouras -Erica platycodon subsp. maderincola e Urze Molar -Erica arborea), antigamente muito exploradas para a produção de carvão vegetal.

O trilho sobe ao longo do “lombo”, que separa as encostas do Faial das de Santana, pelo que proporciona do lado esquerdo magníficas paisagens sobre o vale da Ribeira Seca, encimada pelo Pico das Torres, e ao fundo o Pico do Areeiro.

Do lado direito temos as “empenas” da serra de Santana, onde se pode observar ao longe o Parque Florestal das Queimadas e um pouco mais à frente a Achada do Marques (pequeno aglomerado populacional caracterizado pelos seus palheiros e campos agrícolas) que surge no meio do vale da Ribeira dos Arcos. Para o interior existe o vale da Ribeira Grande que se inicia nas “bocas” do Caldeirão Verde e do Caldeirão do Inferno.

Em dias de boa visibilidade para Este pode-se avistar a formação rochosa da Penha D´Águia, a Serra das Funduras e a Ponta de S. Lourenço (extremo Este da Ilha da Madeira).

ATENÇÃO:O tempo está sujeito a mudanças frequentes, leve roupas quentes.

 

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PR1.3 Vereda da Encumeada

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Encumeada Footpath

Dificulty Level:Medium

Distance:11,2 Km

Start: Pico Ruivo

Finish: Encumeada

Time(going): 6 hrs

Time(back): 6 hrs

Highest point: 1761 m

Lowest point: 1000 m

levada busNº: Unavailable

nearby walk: Only by car

levada pfd Leaflet (Detailed Info PR1.3-Encumeada Footpath)


Este passeio levada começa na Achada do Teixeira e seguindo pela PR 1.2 – Trilha do Pico Ruivo que leva ao Abrigo do Pico Ruivo, encontrará placas indicando as seguintes rotas: PR 1- Trilha do Pico do Areeiro, levando ao 2º pico mais alto da Madeira (1817m) ; e PR 1.1- Trilha da Ilha, que desce para a freguesia da Ilha. O início da trilha para a Encumeada começa alguns metros acima do Abrigo do Pico Ruivo.

 

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PR5 Vereda das Funduras

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Dificulty Level:Medium

Distance:8,6 Km

Start: Portela

Finish: Maroços

Time(going): 3 hrs

Time(back): 3 hrs

Highest point: 605 m

Lowest point: 175 m

levada busNº: 20 Sto Da Serra / 53 Faial Schedule

nearby walk: Yes

levada pdf Leaflet (Detailed Info PR5-Funduras Footpath)


O percurso segue pela estrada florestal da serra das Funduras, só depois entra na vereda pelo interior da floresta Laurissilva, um pouco mais à frente existe a “Casa das Funduras”, que dá apoio às actividades florestais. Aí poderá optar por deslocar-se ao miradouro do Larano onde terá uma bonita vista sobre a baía da cidade de Machico.

Este trilho tem inicio no miradouro da Portela e fim no sítio dos Maroços, com uma extensão de 8, 7 Km e uma duração de 3h. Deste miradouro o caminhante tem uma vista magnífica sobre as freguesias do Porto da Cruz e do Faial, dominadas pela massa rochosa da Penha d´Águia.

Ao longo do percurso podem ser encontradas espécies pertencentes a uma das florestas indígenas da Madeira – Floresta Laurissilva, classificada pela UNESCO como Património Mundial Natural em Dezembro de 1999. Nesta serra encontra-se a melhor área de floresta Laurissilva da vertente Sul da ilha da Madeira, incluída na rede europeia de sítios de importância comunitária-Rede Natura 2000.

Esta floresta natural é muito importante para o equilíbrio ecológico insular, sendo o principal suporte da fauna e flora endémicas. Esta floresta assume grande importância, atendendo ao seu efeito de retenção da água dos nevoeiros (precipitação oculta). O fenómeno é bem visível neste local, onde é frequente a mudança repentina das condições atmosféricas ao longo do dia. As massas de ar vindas de Norte, carregadas de vapor de água, são obrigadas a subir a vertente Norte da serra, formando nevoeiros quando descem a encosta sul. Esta floresta é essencial para a manutenção das nascentes do Concelho de Machico.

Das espécies vegetais destacam-se as da família das Lauráceas: O Loureiro (Laurus novocanariensis), o Til (Ocotea foetens), o Vinhático (Persea indica) e menos frequente o Barbusano (Apollonias barbujana). A estas associam-se outras espécies como o Folhado (Clethra arborea), o Azevinho (Ilex perado ssp. perado), o Pau Branco (Picconia excelsa), o Mocano (Pittosporum coriaceum), o outro Mocano (Visnea mocanera) e o Sanguinho (Rhamnus glandulosa).

No outro lado do vale poderá observar o Santo da Serra, o perfil dos picos mais altos da ilha (Pico Ruivo e Pico do Areeiro) e na linha do horizonte, vislumbra-se as ilhas Desertas.

O trilho termina no núcleo populacional dos Maroços, atravessando os tradicionais poios em socalcos, que caracterizam a paisagem agrícola madeirense.

ATENÇÃO: Leve água potável suficiente.

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PR6 Levada das 25 Fontes e PR6.1 Levada do Risco

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Dificulty Level:Medium

Distance:9,2 Km

Start: Rabaçal

Finish: 25 Fontes

Time(going): 3 hrs

Time(back): 3 hrs

Highest point: 1290 m

Lowest point: 900 m

levada busNº: Unavailable

nearby walk: Only by car

levada pdf Leaflet (Detailed Info PR6-25 Fontes)


Em 1835 iniciou-se a construção da levada das 25 Fontes, também conhecida pela levada nova do Rabaçal e no dia 16 de Setembro de 1855 correu água pela primeira vez, passando do Norte para o Sul e possibilitando o aproveitamento agrícola de muitos terrenos que ainda se encontravam incultos no Concelho da Calheta.

Os dois trilhos iniciam-se da estrada regional (E.R.110) e descem até à casa de abrigo do Rabaçal. Os trilhos separam-se seguindo duas levadas paralelas localizadas a diferentes cotas. Levadas, é o nome que no Arquipélago da Madeira se dá aos pequenos aquedutos que formam uma vasta rede de irrigação, construída à força de braços pelos nossos antepassados que vencendo a orografia da ilha, reuniram as águas de milhares de nascentes até as levar aos campos de cultivo. As duas levadas recolhem as águas dos afluentes da Ribeira Grande e vão alimentar a central hidroeléctrica da Calheta, seguindo depois para a rega de campos agrícolas.

A 1000m de altitude, o trilho PR 6.1, acompanha a levada do Risco, levando o caminhante a uma impressionante queda de água, que cai na vertical formando um risco na rocha.

Se descer ao PR 6, poderá visitar a lagoa das 25 Fontes, formada pelas águas que descem do Paul da Serra e que aparecem por detrás da parede que a forma, onde poderá contar mais de 25 fontes. Conta a lenda que quem aqui mergulhasse não mais apareceria à superfície, tendo tal acontecido a um inglês que quis quebrar a superstição e jamais foi encontrado.

Na cota acima dos 1000m a comunidade vegetal predominante é o urzal de altitude, com predominância de espécies vegetais como a Urze molar (Erica arborea), Urze das vassouras (Erica platycodon subsp. maderincola) e Uveira da serra (Vaccinium padifolium).

Numa altitude mais baixa onde se localizam as levadas das 25 fontes e do risco, a composição vegetal modifica-se, encontrando-se espécies que integram a mancha de floresta Laurissilva da Madeira classificada como Património Mundial Natural da UNESCO, desde Dezembro de 1999 e faz parte da rede europeia de sítios de importância comunitária- Rede Natura 2000. Das espécies vegetais destaca-se a existência da espécie vegetal mocano da serra (Pittosporum coriaceum), espécies muito rara. Aqui habita e nidifica o Pombo Trocaz (Columba trocaz trocaz), espécie endémica (exclusiva) da ilha da Madeira.

ATENÇÃO: O PR6 pode causar vertigem. Não ponha peso nas barreiras de proteção.

 

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PR7 Levada do Moinho

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Dificulty Level:Medium

Distance:10,3 Km

Start: Ribeira da Cruz

Finish: Junqueira

Time(going): 3:30 hrs

Time(back): 3:30 hrs

Highest point: 900 m

Lowest point: 496 m

levada busNº: 142 Ponta de Pargo|Schedule

nearby walk: 10m by car after

levada pdf Leaflet (Detailed Info PR7-Moinho)


A Levada Grande ou do Moinho, é assim conhecida por ao longo do seu trajecto terem existido vários moinhos de água, dos quais encontram-se as ruínas do moinho das Achadas, moinho das Cancelas e moinho da Levada Grande.

O trilho inicia-se na estrada regional E.R.101, junto à Ribeira da Cruz, que separa o Concelho do Porto Moniz do Concelho da Calheta. A partir da estrada tem de subir uma vereda até atingir a levada. Caminhando no sentido contrário ao das águas poderá visitar uma das nascentes que abastece esta levada, para seguir para a Junqueira terá de voltar para trás e seguir no sentido das águas. Tenha em atenção que vai encontrar uma grande quantidade de derivações da levada, que levam água a tanques de rega.

Esta levada foi construída a expensas dos seus utilizadores e só eles tinham direito ao seu uso, é portanto uma levada de hereus. A levada regava toda a zona do Pico Alto, abrangendo a Fajã do Nunes, grande parte da Vila, Fajã do barro, Fajã dos Barbusanos e Arrudal, ao longo do percurso não era permitido o uso de outras águas de poços ou nascentes a montante.

É de realçar o calcetamento do fundo de algumas secções da levada, feito no intuito de impermeabilizar as zonas onde a água se perdia. O trilho termina no sítio do Tornadouro, na Junqueira onde a levada se ramifica.

Como curiosidade destacam-se algumas histórias relacionadas com a utilização da água da levada e de nascentes. Conta a tradição popular que no sítio do Pico Alto existe um lugar na levada conhecido por Anel. Nesse local foi construído, um furo que desviava uma pequena quantidade de água para uso de duas senhoras leprosas que ali viviam, para que estas não contaminassem toda a água da levada. Mais tarde e aproveitando esse furo, foi construído o poço do Anel que rega parte dos terrenos do Pico Alto.

Num local da serra da Ponta do Pargo, no concelho da Calheta, nasce uma nascente designada Madre de Água, segundo os populares foi a última a ser aproveitada. Aquando da reconstrução da levada, encontraram-se os hereus da Levada do Moinho e os hereus da Levada da Ponta do Pargo, causando problemas na construção da ligação àquela nascente. Tendo os Portimonizenses levado figos para a merenda, prontamente ofereceram os frutos aos Pargueiros, alertando-os para o facto de que não deveriam comer as sementes que eram venenosas. Assim enquanto os Pargueiros estavam distraídos a separar as sementes dos figos, os Portimonizenses fizeram uma pequena levada que ligou a nascente de Madre de Água à levada do Moinho.

ATENÇÃO: Em algumas áreas o chão é escorregadio, use calçados adequados.

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